⚡️ Ultralearning: How to Learn Like a Beast (Without Burning Out)

I’ve been obsessed with this idea of learning fast and deep without wasting time or getting stuck in that “fake progress” loop. You know the drill: endless tutorials, fancy note-taking apps, but… zero real-world skills.

Then I finally read Ultralearning by Scott Young and watched this banger of a video that sums it up perfectly.

So let me give you the TL;DR, plus a few ways to actually apply this without quitting your job or becoming a monk.

🎯 What is Ultralearning?

It’s basically aggressive, self-directed learning with a clear goal. You pick a skill. You obsess over it. You design a plan. And you get results FAST.

Scott Young is the guy who did the “MIT Challenge”—teaching himself the entire 4-year MIT Computer Science curriculum in one year. No classes. No teachers. Just grinding with a smart system.

But ultralearning isn’t about burning yourself out. It’s about being strategic.

🔑 The Key Takeaways (Book + Video Combo Meal):

1. Metalearning First

Before you start, figure out:

  • What skills do you ACTUALLY need?
  • What are the common pitfalls?
  • Who’s already done this and how?

2. Focus is a Superpower

Cut the distractions. Like, brutally.

  • Block social media.
  • Work in short, intense sprints.
  • Get comfortable with boredom.

3. Directness Wins

Learn by doing the real thing.

  • Want to get better at design? Design.
  • Want to speak French? Speak French.
  • Reading about the thing ≠ doing the thing.

4. Drill the Hard Stuff

Find your weak spots and attack them directly. Not fun, but it works. Example: If you suck at color theory, don’t avoid it—go deep on it.

5. Feedback Loops

Don’t hide from feedback.

  • Ship your work.
  • Show it to people.
  • Get roasted (nicely). Then… improve.

6. Retrieval Over Review

Instead of re-reading notes, test yourself. Make your brain work to pull info out. It sticks way better.

7. Embrace the Friction

Feeling dumb? Confused? Lost? PERFECT. That’s when the real learning is happening.

🚀 How to Ultralearn (Without Overthinking It):

Pick a skill:

  • Maybe it’s UX writing.
  • Maybe it’s 3D design.
  • Maybe it’s baking sourdough (respect).

Make a 30-day plan:

  • Define a clear goal. (“Design 3 full case studies” or “Hold a 15-min convo in Spanish.”)
  • Block 1–2 hours a day.
  • Cut the fluff (no 100-hour YouTube rabbit holes).

Track your progress:

  • Daily log.
  • What worked?
  • What sucked?
  • What’s next?

Show your work:

Post online. Get feedback. Iterate.

Review + Repeat:

After 30 days, see how far you got. Tweak the plan. Go again.

🥋 Real Talk

This isn’t some magical hack. It’s work. But it’s the kind of work that gets you from “I kinda know about this” to “Oh yeah, I DO this.”

So next time you’re thinking about leveling up, skip the endless tutorials and build your own ultralearning sprint.

And if you do, DM me or email. I’d love to see what you’re working on.

Let’s get it.
– Juno ✌️

Três Caminhos para o Fracasso ou o Sucesso

Há três caminhos para o fracasso:

  1. Não ensinar o que se sabe.
  2. Não praticar o que se ensina.
  3. Não perguntar o que se ignora.

Vamos inverter:

Há três caminhos para o sucesso:

  1. Ensinar o que se sabe: isto é generosidade mental.
  2. Praticar o que se ensina: ou seja coerência ética.
  3. Perguntar o que se ignora: isto é humildade intelectual.

Aula de Marcenaria – Dia 1

Foi incrível o primeiro dia de aula de marcenaria na escola dos meus filhos, especialmente planejada para nós, pais! Não é todo dia que você tem a chance de se misturar com outros pais e amigos em um ambiente tão criativo. O professor compartilhou algumas percepções reveladoras sobre como nossos pequenos se beneficiam imensamente dessas aulas, abordando habilidades que vão além da sala de aula e moldam seus futuros.

Para o nosso projeto inaugural, nos foi dado o desafio de projetar e escolher texturas para nossa própria obra-prima em madeira. Depois de folhear inúmeros livros em busca daquela faísca de inspiração, decidi criar um peixe. A variedade de padrões de madeira disponíveis para imitar as escamas do peixe foi verdadeiramente surpreendente. É incrível como os designs da natureza podem ser reaproveitados de forma tão artística.

A curiosidade falou mais alto, e perguntei se o objetivo do dia era ser produtivo ou algo mais. A resposta do professor foi reflexiva, enfatizando metas e jornadas pessoais, o que me tocou.

Mal posso esperar para ver o que a próxima aula nos reserva. A jornada de criar, aprender e compartilhar esses momentos é algo que estou ansioso para compartilhar com todos vocês.

Até a próxima atualização!

Uma Hora Debaixo da Água

Eu sempre priorizo me exercitar pelas manhãs antes que a minha família acorde para que eu possa passar o dia inteiro junto com eles.

O plano era acordar cedo, 5 da manhã, levantar uns pesos em casa e ir para o Jiu-Jitsu às 6 da manhã. Infelizmente recebi uma mensagem logo cedo do Paul que ele não poderia ir pois tinha competido no dia anterior. Isso soma dois domingos seguidos de 2024 que não conseguimos treinar.

Acabei desencanando e fiquei na cama descansado até que o Jason me envia uma mensagem dizendo que está no trânsito a caminho do Jiu-Jitsu. Acabei avisando que não teríamos treino e retomaríamos na terça-feira.

A manhã começou com o Oscar pulando na minha cama para me acordar seguido de um café da manhã regado de arepas e tofu.

Aproveitamos o dia para chegar cedo no Botanical Garden de Atlanta para caminhar, ver o último dia dos trens em operação e ficar com as crianças no playground.

Depois compramos alguns itens que estavam faltando da minha última visita ao Traders Joe. E partimos para a Ikea, inicialmente com a ideia de comprar os frames para os quadros que precisamos enquadrar. No final compramos um monte de itens e nenhum quadro. Vamos ter que comprar online mesmo.

Assim que acabamos experimentamos o pretzel, que pessoalmente não gostei muito, pois tinha uma consistência massuda e até não muito bem assado. E os hotdogs veganos que são bons mas não super saudáveis.

Chegando em casa montamos os itens que compramos e como era final do dia as crianças não estavam no melhor humor.

Quando não me exercito, é fácil qualquer gatilho me estressar. Decide ir nadar na academia para espairecer depois de uma semana corrida de trabalho e muitos planos que estou colocando em prática em 2024.

Decide começar a nadar no ano passado e tem sido um desafio a cada semana. Comecei nadando sem brincadeira, apenas 7-8 minutos toda vez que entrava na água.

Agora estou consistentemente nadando duas vezes na semana. E uma média de 35 minutos a cada vez que entro na água.

Quando entrei na água hoje eram por volta das cinco da tarde e eu sabia que o sol iria se pôr logo mais. Como a piscina tem grandes janela de vidro, decide ficar nadando até o sol se pôr.

No final fiquei uma hora nadando.

Foi sensacional e me senti muito bem. Nadar tem sido uma terapia para mim. Pois são aqueles minutos que você fica só com você mesmo, não escuta nada a não ser a água. Precisa consistentemente nadar e colocar seu corpo e em sincronia e respirar corretamente para não tomar caldo.

Por ter selecionado o programa de nadar errado no Apple Watch, no final ficou marcado o tempo e as calorias que queimei. A distância e quantas voltas não foram marcadas.

Não tem problema. O importante é sei o quanto consegui nadar e como fiquei muito bem após o exercício.

Quando estou nadando sempre me lembro do filme Nyad, da mulher que conseguiu atravessar nadando de Cuba até a Flórida nadando por mais de dois dias consecutivos sem parar. Algo impressionando.

A vida tem sempre muito desafios e buchas para resolver mas preciso sempre me cuidar para me manter calmo e sempre fazer as decisões corretas e principalmente ficar com a família.

Arroz e Feijão

Um prato tão básico na nossa culinária brasileira que, depois de morar tanto tempo nos EUA, percebo que é mais um prato latino-americano, parte de toda uma cultura.

Com a dieta vegana que seguimos, há dias em que almoço arroz e feijão e me sinto muito bem. Uma comida simples que também foi marcada por épocas difíceis na minha vida.

Não me lembro por quanto tempo foram – dias, semanas ou meses – mas passamos muito tempo comendo apenas arroz e feijão em todas as refeições e, quando tínhamos mais dinheiro, incluíamos ovo.

Ficamos assim porque não tínhamos dinheiro para comprar mais comida. Nosso apartamento em Fortaleza não tinha nem luz, pois minha mãe estava sem condições de pagar a conta.

Passar fome deve ser pior, pois é o estado de não ter nenhuma comida. Passamos por apertos, de não ter opção para comer, e ter que nos contentar com o básico para continuar vivos.

Como isso aconteceu na minha adolescência, pode ter impactado meu desenvolvimento em alguns aspectos.

Atualmente, não reclamo; é apenas um desabafo.

Estou aqui firme e forte, ‘vivão’, como diria o Mano Brown.

72 Anos

A notificação do computador não deixou passar batido, amanhã meu pai completa 72 anos de vida. E isso me faz refletir como o tempo passa. As pessoas vão viver até os seus 80 ou 90 anos.

O avô da Daphne está vivendo até hoje. Então a questão é: como você vai viver os seus últimos 10 anos de vida?

Precisamos nos cuidar de todas as formas: saúde, família (comunidade), emocional e financeiramente.

Nos manter ativos e úteis para a sociedade.

Como a mentalidade tóxica das princesas da Disney prejudica nossos filhos e filhas: Um chamado à mudança

Recentemente, um amigo meu de Miami me disse algo que me deixou desanimado. Ele disse que estava feliz por ter um menino porque ter uma menina é muito ruim. Eu não poderia discordar mais desse pensamento.

Na verdade, acho que ter um pai com essa perspectiva é ainda pior. É hora de nos libertarmos do mundo tóxico das princesas da Disney que moldou nossas mentes por gerações e educar nossos meninos para serem indivíduos respeitosos, compassivos e conhecedores que tratam as mulheres como iguais.

A leitura de ‘Your Story is Your Power‘ de Elle Luna abriu meus olhos para a necessidade de uma mudança de mentalidade. Pais, vamos parar de criar homens ignorantes e horríveis neste mundo.

Diga me com quem andas

Sempre acreditei que essa passagem de Goethe era bíblica, mas acredito que devo ter escutado em alguma igreja quando criança.

Jim Rohn’s widely quoted line is: “You are the average of the five people you spend the most time with.”

Ask yourself about the people you meet and spend time with: Are they making me better? Do they encourage me to push forward and hold me accountable? Or do they drag me down to their level?

Should I spend more or less time with these folks?

Para finalizar outra questão de Goethe “If I know how you spend your time,” he said, “then I know what might become of you.”

find their “scene”—a group of peers who push them to be better.