Muito se fala sobre mourning routine, e que pessoas de sucesso sempre criam um modelo ou programação diária para conquistar o sucesso.
Depois de muitos anos acredito que isso seja uma verdade absoluta. Não adianta fazer 2.000 coisas por 2 vezes; e sim, fazer 2 coisas por 2.000 vezes. Isso é o impacto do efeito composto, que está vinculado ao conceito do juro composto.
Agora que junho está acabando é uma ótima oportunidade para reavaliar as ações tomadas desde janeiro e ver o que podemos melhorar até o final do ano.
Qual é minha rotina diária?
Acordar cedo: acordo ⏰ todos os dias as 5:50 da manhã para conseguir levantar às 6 da manhã.
Corrida 🏃♂️ matinal: comecei há correr todos os dias como um teste e vi os resultados benéficos deste hábito. Hoje já faz mais de 1 ano que estou correndo e continuo firme e forte. Me adicione no Nike Run Club: junojo.
Suco 🥤 verde: um dos hábitos que tinha construído em minha vida mas depois de tantas mudanças de casas nos últimos meses, a logística de fazer suco diariamente mudou. Estou me readaptando.
Duolingo 🐦 aprendendo espanhol e coreano. Fazem 186 dias consecutivos que estou estudando. Me adiciona no Duolingo e vamos nos incentivar.
Leitura 📖: estava tentando sempre ler de noite mas não estava funcionando dentro da minha rotina. Minha decisão foi tentar ler toda manhã por 10-15 minutos, assim consigo progredir aos poucos e aprender mais.
Podcast: como preciso dirigir pelo menos 1:30 por dia dentro todos os trajetos que faço. Acabo otimizando o meu tempo escutando alguns canais de podcast que consigo aprender mais.
O que quero adicionar na minha rotina matinal?
🎯 Revisão de objetivos diária alinhadas com meus objetivos de médio e longo prazo (calibration appointment) por 15 minutos.
Definir 3 tarefas diárias para serem feitas e me sentir que o dia foi válido e produtivo. MVP (most valuable priorities)
Estudar coding 💻
Além de fazer isso diariamente, quero começar a formatar minha rotina noturna para os próximos meses.
Mais uma coincidência. Estava hoje trabalhado em um projeto e durante minha pesquisa visitei o site Angie’s List. No mesmo momento tocou o episódio no podcast do How I Built This with Guy Raz.
Será que você consegue viver com o que ama fazer? Foi assim que comecei meu dia hoje dirigindo e escutando o podcast do Primo Rico.
Por coincidência do destino eles estavam entrevistado a Bolovo, um conceito, mais do que uma empresa. Muito similar a Virgin, uma vez que você tem o conceito e seus clientes se identificam, a marca consegue vender qualquer coisa.
A Bolovo também é uma produtora de vídeos e produz um conteúdo bem interessante no YouTube.
A meia que tenha da Bolovo é antiga e não existe mais, uma das peças que mais gosto do meu guarda-roupa.
Sua empresa tem um conceito dessa forma para segurar os clientes, ou seu negócio está baseado em preço?
Quando o Toronto Raptors estreiou na NBA eu tinha apenas 14 anos de idade, uma época onde jogava basquete quase todos os dias, e ainda não tinha a real dimensão do mundo.
Apesar de muitos duvidarem, eu tive uma ótima performance jogando basquete em minha adolescência. Joguei como federado para clubes (AABB e Diário) e escolas (Christus, General Osório, Objetivo) quando morávamos em Fortaleza, Ceará.
Se os caminhos da vida me levassem a continuar no basquete, meu sonho seria treinar nas escolas da IMG Academy, nos EUA. De onde já saíram grandes atletas profissionais. Poderia até não ser atleta mas me envolver de alguma forma já seria uma grande realização.
O tempo passa tão rápido, que desde a criação do Toronto Raptors, você pode contar 24 anos de resiliência de um time, fãs e investidores, para conseguir conquistar o primeiro título.
A decisão do Canadá de se juntar com a NBA faz muito sentido para um país que já é considerado como uma soft-US e por causa da proximidade. Quem sabe no futuro teremos times no México, Porto Rico ou até mesmo Cuba competindo na NBA.
Ano passado tive a oportunidade de conhecer Toronto (assista o vídeo ou leia o post). Tecnicamente foi a segunda vez estive no Canadá, pois a primeira foi uma escala.
O que me impressiona nos EUA é como os esportes são levados a sério e conduzidos como verdadeiros negócios do que o nosso futebol brasileiro, que é mais uma pelada do mundo dos negócios.
No meu ponto de vista, a estrutura de 1 time por cidade, faz com que os fãs tenham um contato e relação mais próxima com os atletas e o time, e consequentemente movimenta a economia de outra maneira.
Artistas como o Drake representaram muito bem este apoio ao Toronto Raptors nessa temporada. Após a vitória do time por 4×2 lançou um EP especial. Escute aqui.
👬 Negócios em família
Os pais do Marc e Pau Gasol devem estar emocionados com essa conquista. Imagina você ter dois filhos que jogam na NBA e os dois foram campeões. Esta é a primeira vez que acontece na história da NBA.
Além disso, a Espanha também mostra a sua força no basquete e como essa competição saudável e a entrada de estrangeiros na NBA é tão benéfica à todos.
Os irmãos Marc Gasol e Pau Gasol
Outro fator que contribuiu muito é o apoio da família no desenvolvimento do atleta. Meus pais particularmente nunca foram de esporte e meu pai por ter uma pequena deficiência física nunca jogou nenhum esporte comigo, mas me ensinou a jogar Go.
As 🌟 semi-estrelas da NBA
Lógico que o Michael Jordan foi uma grande influência na minha vida e o que o basquete representa hoje para mim. Com o passar do tempo comecei a admirar mais os times que conseguem chegar a grande conquistas sem “super estrelas”, times que jogam um basquete técnico e bonito, literalmente jogar o jogo da melhor forma. Muitos foram campeões assim nos últimos anos como o Boston Celtics, San Antonio Spurs e agora o Toronto Raptors.
Quando estive em Toronto no ano passado. O Helder me contou sobre o Last Call, quando os bares são obrigados a parar de vender bebidas alcóolicas. Com essa vitória histórica do Raptors, Toronto virou uma cidade sem lei. Até a polícia deveria estar comemorando.
Foto que o Helder me enviou no WhatsAppStories enviado pelo Helder
O ☝️ dedo da NBA
Algumas pessoas, que talvez não entendem muito de basquete, sempre falam que o que vale é a partir do 5º jogo da final, pois como é um negócio milionário, a NBA “força” essa esticada. Esta série final foi muito equilibrada e seria difícil dizer isso ou até mesmo fingir tanto assim. Se teve alguma influência da NBA para deixar uma franquia nova como o Raptors ganhar, seria deixar o Kevin Durant de fora da série pois ele fez uma grande diferença no Warriors durante as finais.